“ABETA”- O que não pode acontecer.

Pontos que não podem passar despercebidos pelos autênticos praticantes de esportes de aventura.O primeiro deles já foi dito várias vezes neste Blog: a ABETA não é orgão Estatal e muito menos “Secretaria Nacional de Esportes de Aventura”.E o próximo que é muito importante ficar claro é que o ideal para a ABETA seria absorver dentro da sua estrutura as entidades nacionais de administração das modalidades esportivas de aventura.2009_02_img0001Com isto a ABETA teria, ao mesmo tempo, o aval do segmento esportivo e o total domínio sobre ele que ficaria refém da sua “política”. O que sem dúvida justificaria drenar milhões e mais milhões além dos 15 já drenados. Nada contra, se não fossem as ressalvas feitas pelo TCU e que grande parte disto tudo se refere a questões esportivas e não “turisticas”. Está evidente que as entidades esportivas foram deixadas a própria sorte. Neste quadro sucumbir diante da “força do dinheiro” despejado na “ABETA” e a sua “propaganda” é muito fácil e previsível.Os “expertos”de plantão sabem disto.Quinze milhões de segundos equivalem a 173,55 dias ou 5,78 meses, para se ter uma idéia de proporção.A fragilidade do segmento esportivo de aventura diante deste quadro é evidente, principalmente para quem se sente no lucro com esta situação, que conta com a ingenuidade do autêntico praticante, que tem a cabeça voltada às suas experiências com a natureza/esporte e desconhe como funcionam as armadilhas pouco transparentes. Num “post” passado analisei por alto o “Princípio Constitucional da Autonomia da Administração Esportiva” e na minha opinião será o “Fim da Picada” aceitar que o segmento seja engolido pela “ABETA”, ficando a mercê do seu discurso, interesses e manobras. O segmento esportivo deve exigir acesso as mesmas facilidades que cercam a “ABETA” e que fique bem claro: apenas às facilidades. Como já disse em outro “post”, as dificuldades que encontramos em 2007 para receber R$ 10.000,00 para enviar uma equipe de 06 atletas para competir por uma semana no interior da Argentina foram enormes.image_previewE como é possível a ABETA receber 15 milhões tão facilmente ? Foi por sua “força política” ? Ora, ela reune apenas aqueles que tem firmas que comercializam as atividades esportivas de aventura e só a ABP http://www.abp.esp.br tem quase 3.000 praticantes vínculados, 60 clubes, 70 gestores esportivos, milhares de horas de trabalho técnico que nunca recebeu qualquer tipo de remuneração, apoio ou recursos públicos, assim como todas as outras do segmento esportivo. Juntemos a representação de todas as entidades esportivas do segmento, com a força das nossas atribuições emanadas da legislação esportiva, e fica claro que fizeram o “rabo balançar o cachorro”, por que a força representativa e jurídica do segmento esportivo de aventura é muitas vezes superior do que a da ABETA, que até agora custou 15 milhões de reais. Por enquanto fico por aqui com a velha pergunta:
Aguém sabe para o quê e por quanto este dinheiro foi gasto?
Agum associado da ABETA, através do seu exercício de direito de associado poderia requerer que ela fornecesse todas as planilhas, inclusive aquelas que o TCU não teve acesso ?
*Ps. Não deixe de ler as entradas mais antigas, tem muita informação, no mais das vezes desconhecida.
Lembrando sempre que combato as idéias e não as pessoas.

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